Otoplastia ficou otima
JulioCesar13
Membro destacado

Recomendo a cirurgia pois as piadas de mau gosto principalmente infancia machucam..hj depois de 3 anos vc vive uma vida normal...obrigado doutor gustavo nobrega por fazer minha cirurgia ..valeu cada centavo juntei dinheiro e graças a Deus deu tudo certo o pós operatorio que é a partr mais chata mas passa rapido e vale muito a pena esperar

A melhor coisa que fiz, foi ter me submetido a essa cirurgia. Melhorou muito a minha alto estima. Hoje fazem seis dias de operado, e o meu pós operatório tá sendo super tranquilo, sem nenhum incômodo. Fui operado pela Dr. Emmanuella Oliveira, na cidade onde moro em Maceió/ Al. O que me levou a realizar o procedimento com ela foi através de todo conteúdo que ela expõe em seu Instagram: @dremmanuellaoliveira. Através da rede social da Dr. Emmanuella, descobrir que ela teve como inspiração o seu pai Dr. Lourival Cezar também cirurgião plástico. Isso me manteve ainda mais seguro de que eu estava em boas mãos, em seguida soube que ela opera há mais de dez anos. Daí, tive toda certeza de que era a cirurgiã certa pra me operar! A minha cirurgia foi super tranquila, a anestesia foi local, a equipe dela foi super atenciosa, comigo como a própria, Dr. O resultado ficou melhor do que eu esperava, e a cada dia que se passa a minha orelha tá ficando com um aspecto ainda melhor já que o inchaço já está desaparecendo. Antes da cirurgia se passaram inúmeras coisas na minha cabeça como exemplo: será que vai ficar bom? Será que vou me arrepender? Enfim, era uma confusão, porém, saiu melhor do que pensei, afinal, eu estava nas mãos de uma profissional! Só tenho a agradecer a Deus por ter colocado uma profissional tão dedicada e competente como ela no meu caminho. Não acho que ela seja um ser humano comum, ela é um ser humano de luz, uma pessoa iluminada e que veio pra transformar vidas!

Estou muito contente com essa experiência e sim Eu indicaria para outras pessoas essa cirurgia , fiz pelo projeto orelhinha são médicos totalmente capacitados para esse procedimento foi o doutor .Gustavo sem duvidas foi uma otima escolha em fazer essa cirurgia estou auper satisfeira com um pos operatorio super tranquilo

Tudo começou quando as piadas de mal gosto foram ganhando efeito negativo na minha autoestima. Desde uns 10 anos eu comecei a perceber que minhas orelhas eram estranhas é diferente dos demais colegas. Com o passar do tempo, isso foi se transformando em uma crise existencial. Não conseguia mais ter segurança comigo mesmo, e tinha vergonha de que as pessoas me vissem sem boné, que eu usava para apertar as orelhas. Reprovei um ano na escola por vergonha de ir estudar, fingia que ia e ficava na rua esperando o horário de voltar pra acda. Isso realmente acaba com a gente. Fiz minha otoplastia. Agora to realizado, só espero não precisar de retoque. 🙏🏻❤️

Foi a melhor escolha que fiz na minha vida. Mudou completamente minha auto estima. Sofro desde pequena por causa das orelhas. Hoje me sinto bem, me sinto livre e bonita; tenho a libertade que eu tanto queria para fazer coisas simples que antes eu nao fazia. Antes eu nao prendia o cabelo e ate recusei emprego por causa disso, hoje esse problema nao existe mais.

Fiz a cirurgia tem 15 dias e estou seguindo todas as recomendações médicas, já posso dizer que estou muito feliz com o resultado até agora.

Sinto-me realizada e feliz. Estive em boas mãos! Tive muita sorte em encontrar aqui um dos melhores cirurgiões plásticos, super recomendo o Dr. Gustavo Nobrega! O melhor. Realizei meu sonho!

Bom, como eu havia dito, eu, assim como tantos, tinham este incômodo da orelha aberta, que tanto nos incomoda. Sempre pensava na tão sonhada otoplastia até que finalmente consegui, mas " tem muuuuito chão " até a vitória. Bom, vou começar " pelo começo", rs. Quando pequena, eu não era uma criança feia, por assim dizer... mas, a "orelhinhas" me deixavam com uma aparência caricata, sempre chamando atenção para chacota e piadinhas de extremo mal gosto (quem tem/teve este "problema" sabe o que estou dizendo ) o que me deixou uma criança meio sonsa, tipo, fingia que não estavam falando de mim, adquiri uma habilidade incrível em disfarçar as piadas direcionadas a mim, conseguia, na frente de todos fazer " a plena " quando na verdade estava um lixo. Na minha época, não existia o tal do bullying ( que hoje sabemos, sempre existiu ) e como tantos quantos, sofri sozinha, pois que apoio tinha? Minha mãe não dava importância pois achava se tratar de "frescura" e assim, foi-se passando o tempo. Já com 22 anos de idade, consegui juntar um dinheirinho e ESCONDIDO, fiz a cirurgia. ( mas escondido, como assim? Calma, explico, rs). Como sempre sofri com essa espécie de preconceito, mesmo por parte da família, eu juntei o dinheiro, criei coragem para marcar a consulta com especialista ( morria de vergonha só de imaginar ) e finalmente consegui marcar a tão sonhada otoplastia, maaaaas... Gente no dia da cirurgia, o médico percebeu que eu estava com as duas orelhas super lesionadas sabem por quê? POIS EU AS COLAVA COM SUPERBONDER!!!!! Não é aconselhável, mas o desespero de quem vive uma situação assim é muito grande, então recorria a este artifício para ter pequenos momentos de alegria e liberdade, mas a cola " queima a pele " e como eu usava constantemente, não dava tempo para cicatrizar então ficou bem feio: "resumo da ópera" tive que esperar mais uma semana ( e que semana longa! ) para finalmente realizar o procedimento. No dia marcado, fui ao centro cirúrgico, com uma ansiedade do tamanho do mundo, e finalmente fui para a maca. A anestesia foi local ( QUE DOR ABSURDA! ) e "assisti" a tudo, desde quando começou a cortar ( parece que estão cortando papel pertinho do seu ouvido, sem contar com o cheiro de carne fritando ) até a hora em que costura ( sente-se um barulhinho da agulha entrando na pele ). Por fim, enfaixam toda a cabeça como se fosse um capacete e, finalmente fui para casa. Como havia comentado, essa loucura toda foi feita escondido, ninguém sabia, então fui para a casa de moto, entrei correndo para que ninguém me visse entrar e chegando em casa, como eu ficava sozinha na parte da manhã, fui tirar aquele curativo inteirinho, pois não tinha como eu explicar o que havia se passado... FOI A PIOR COISA QUE FIZ! O recomendado pelo médico foi ficar, pelo menos 48 hrs com aquele trambolho ( se o médico fala, é porque existe um motivo ) e eu, no desespero, retirei quase que instantaneamente após a cirurgia, retirando também a gaze que modela as dobrinhas das orelhas e todo o resto. Quando todos chegaram em casa, nem perceberam nada, mas eu estava disfarçando, pois as dores eram insuportáveis, sem contar que, após a retirada dos curativos, bem como do capacete, o médico havia dito que eu deveria usar faixa n cabeça por 30 dias, mas como a usar?! Eu só tinha uma única faixa e esta não era adequada, nem de longe para aquela situação, portanto não usei a bendita... Minha orelha direita ficou totalmente diferente da esquerda, abriu consideravelmente e inflamou tanto, que jorrava pus da cavidade externa (não estou exagerando!). Ao fim do sétimo dia, fui retirar os pontos. Aparentemente o pesadelo tinha passado e estava feliz, embora tivesse passado esses perrengues. Com três meses de pós, adivinhem só??? Meu pesadelo voltou, a orelha direita abriu de fato.... Aquela sensação de derrota, decepção, tristeza e tudo mais veio a toma... Com o passar do tempo me "conformei" mas não tinha um momento sequer que eu não pensasse nas orelhas. Casei e o meu complexo persistia, era tão ruim que eu jamais, desde a cirurgia, ousava fazer a mínima pesquisa que fosse. Passava longe de qualquer clínica discriminada como clínica com profissionais de cirurgia plástica, foi um sufoco! Certo dia, decidi " ou enfrento isso logo de vez ou nunca vou poder deixar o vento bater no meu rosto sem me incomodar, ou tomar aquele banho de piscina ou praia, muito menos cortar meu cabelo curtinho como que gostaria de experimentar. TE MEXE, RENATA!!!!!" Foi então que com meu coração batendo a mil, fui ouvindo depoimentos, experiências. Não conseguia mais parar, quanto mais eu pesquisava, mais eu queria, até que encontrei o Projeto Orelhinha e me cadastrei. Gente, foi a melhor sensação da minha vida!!! Quando me inscrevi, entraram em contato comigo e eu, em meio as minhas pesquisas, encontrei esta comunidade e vi experiências parecidas com as minhas e, resolvi compartilhar um pouquinho, pois já me sentia um pouco que liberta. Finalmente fui ao mutirão e lá, na hora de falar com a equipe, eles pedem para você preencher um formulário e, dentre tantas perguntas, tinha uma que questionava se já havia realizado outros procedimentos cirúrgicos e mencionei a primeira otoplastia. A moça disse: " olha, vá lá conversar com o Dr. Marcelo, pois existem casos em que o projeto não cobre "... uma " pedra rolou garganta a baixo ".. Fui lá... muito tímida. Dr. Marcelo foi incrível, muito sucinto, muito solícito e tratando com naturalidade a minha situação. Fez uma avaliação alí mesmo e disse: " VAMOS OPERAR! Peça para as meninas agendarem comigo mesmo, pois nestes casos em que uma orelha é diferente da outra, eu que faço!!!!" Eu queria pular no pescoço dele, de tanta alegria!!! Gente, só um detalhe: assim como a primeira, nesta aqui eu fiz tudo escondido, mas como não queria passar pelo sufoco da primeira experiência, contei ao meu marido de última hora, ele quase enfartou! Bom, o dia da cirurgia chegou, meu esposo me acompanhou ao hospital que a equipe orienta ir e fui operada . Dr. Marcelo, com toda cordialidade, perguntou como eu gostaria da posição das minhas orelhas. Fui categórica: “ COLADA!” HA HA HÁ! A cirurgia realizada pelo Projeto Orelhinha é realizada com sedação, ou seja, diferente da minha primeira experiência, que não foi nada agradável, na segunda foi o paraíso, dormi e já acordei enfaixada, sem dores. Tomei os medicamentos prescritos ( um antibiótico, uma pomada cicatrizante e um analgésico ) . Passado o efeito da anestesia, comecei a sentir pequenos incômodos na parte de trás das orelhas e não tive tantos problemas para dormir ( tem que dormir de barriga para cima ) mas sim, não é um sono tão gostoso como dormir de lado, ou na posição que nos sentimos bem. Passou-se 4 dias, estes, com todos os curativos, pois é esta a recomendação médica. A faixa com a qual saí do hospital, foi retirada, e fiquei naquela expectativa. AS ZOREIA ESTAVAM LINDAAAAAAS!!!! Mesmo muito inchadas estavam coladinhas, como eu sempre quis!!! Daqui a alguns dias terei completado 3 meses de pós cirúrgico e estou muito feliz. As orelhas estão completamente desinchadas e já cortei o cabelo estilo “ Joãozinho”! Ainda sinto um pouco de sensibilidade, mas durmo de lado e está tudo bem . O meu conselho é: SE VOCÊ QUER FAZER, FAÇA! Não permita que NINGUÉM o jogue para baixo!! Descobri que o SUS realiza essa cirurgia, vá no postinho da sua cidade, converse com o médico, hoje em dia está mais fácil, pois não entende-se mais que esta é apenas um procedimento estético, É MUITO MAIS QUE ISSO!!! Não deixe de acreditar em você POIS EU ACREDITO!!! Um grande abraço para todos e, se dúvidas, estarei à disposição! OBS: Gostaria de agradecer em especial, o JulioCesar13, pois além da força que presta a tantos, me esclareceu, à época, algumas dúvidas!

Foi tudo muito tranquilo, não senti nenhuma dor, agora faz 24 horas que eu operei, sinto um leve desconforto nas orelhas, nada de mais. Difícil dizer quanto custou pois fiz em conjunto com uma blefaroplastia, mas as duas saíram por 6,500 reais mais os custos do hospital que foram 1125. Estou em recuperação e me sinto muito bem, dormir foi bem tranquilo mas a noite eu acordava e logo pensava em virar de lado, lembrava da cirurgia e logo desistia. As orelhas estão bem coladas, muito coladas, o médico além de fazer a tradicional otoplastia ainda diminuiu o tamanho da orelha, estou bem feliz, preocupado com o fato de estarem bem coladas, mas sei que "soltaram" um pouco logo ficarão mas Natural, em geral foi tudo perfeito.

Olá a todos. Me chamo Carolina e tenho 27 anos. Nasci com um par de orelhas de abano bem acústicas (rs!). Aquela expressão "aprender de ouvido" caiu em mim como uma luva. Desde cedo fui autodidata para aprender música e acho que tive boa ajuda. Bailarina, dançarina de salão, nadadora, jogadora de vôlei. Um pouco de cada coisa que eu quis ser. Mas dentro da bolsa, sempre uma faixa. Os ombros só não eram pra frente porque a professora de dança puxava pra trás. Andava com os olhos para baixo, fugia do vento no cabelo, não mergulhava na praia perto de alguém e já saia da água puxando o cabelo pra frente. Em cada foto eu me certificava de que o cabelo estava cobrindo as minhas orelhas antes de sorrir para a câmera. Ao beijar, não deixava que tocassem com as mãos no meu rosto pra não perceber os volumes laterais que eu escondia. E aquela conversa ao pé do ouvido? Nunca tive. Penteados e tranças? Nunca fiz. Cheia de manias, que fui aperfeiçoando pra não deixar que ninguém percebesse o meu ponto vulnerável. Na adolescência enrolei os cabelos e não os prendi. Não até o mês passado. Já tive oportunidade de fazer a otoplastia antes mas tive medo da dor, depois de não dar certo, depois de me ausentar muito dos afazeres, depois por não ter condições financeiras. Um problema sendo adiado e eu teria feito isso há muito tempo se eu pudesse ter a experiência, por 5 minutos, de sentir o que hoje sinto ao me olhar no espelho. Parece clichê, como dizia minha mãe: "para de palhaçada, levanta as mãos pro céu e agradeça a Deus pela orelha que você tem, por escutar e para com essa mania de ficar se diminuindo por besteira". Mas não era besteira pra mim. Cresci numa família que achava que cirurgia plástica era coisa pra rico "besta" que não tem com o que gastar. Ficar mudando o corpo pra quê se Deus faz tudo perfeito! Um dia vi um artista dizendo "tem gente que nasce feio mas vem engraçado pra compensar a feiura". Daí eu pensava "Meu Deus, o que será que eu tenho pra compensar esse par de orelhas de abano tão sinistro? Engraçada eu não sou." Cheia de manias, de 'não me toques'. Precisei de maturidade e experiência pra compreender que o momento certo foi há um mês e não há muito tempo. Sabe, o problema era aqui dentro e eu não me aceitava assim. Sou casada, contadora e hoje, ao me preparar para a carreira militar, me vi num dilema. Como vou poder esconder os cabelos? E então, diante de uma situação inadiável, já no limite da idade, me submeti à otoplastia. Pesquisei bastante e quase desisti com tantos relatos de 'retoques' e deformações pós cirúrgicas. Encontrei o Dr. Flávio Távora e com a sua experiência e competência, me senti inteiramente segura e atualmente estou muito feliz com o resultado. Lembro-me bem da cirurgia, quando me perguntou "Tá tudo bem? Gosta de música? Vou ligar o Spotify aqui" e descobri que o aplicativo tem uma coleção chamada "Cirurgia" pra pacientes ansiosos e tensos como eu. Ainda estou no pós cirúrgico. Hoje faz 45 dias e estou retornando à atividade física leve. Me submeti à cirurgia com anestesia local, então senti tudo, escutei tudo, sem dor mas o coração na mão. A cirurgia é um pouco tensa e minhas orelhas precisaram de mais do que 2 horas para um resultado satisfatório. Deram um trabalhinho. O pós cirúrgico está sendo a parte mais chata. Aprendi a dormir de barriga pra cima, a esperar 18 dias pra lavar um cabelo longo (e caiu cabelo hein, benzadeus!). Dava pressão nas orelhas pra olhar para os lados, o travesseiro na nuca parecia que empurrava as orelhas pra frente. Evitei sol (eu amo sol), caminhada, bebida alcoólica, abaixar, passear, namorar (tente se for capaz!!!). Mas tudo é passageiro. Hoje já faço tudo isso aê, até dormir de lado, chego a babar de tão bom....rsrsrs! Meu cirurgião é um excelente profissional, mas nada substitui um bom zelo no pós cirúrgico, que é a parte mais demorada e importante na manutenção dos pontos e da reconstituição do trauma sofrido por dentro. A parte mais chata hoje é a faixa pós cirúrgica (preço ótimo a da marca Yoga), que chega a assar a pontinha da orelha e daí vem todo o cuidado de hidratar bem e mantê-las bem limpas! Agora estou aqui, escrevendo, com um monte de material para estudar. A faixa pós cirúrgica está na cabeça e daqui a uns dias quando for tirá-la, não precisarei de mais nenhuma outra. Já comprei boné, elásticos, vejo penteados pro dia-a-dia, já me olho no espelho e coloco os ombros bem pra trás. Com o passar dos dias as orelhas vão tomando um formato mais natural, desinchando, voltando à sensibilidade (elas podem ficar dormentes, é normal!). Agora é nova adaptação. É hora de deixar as manias de lado e deixar os cabelos voarem ao vento, literalmente de cabeça erguida.

Estou muito feliz com o resultado. Já retirei o capacete, a sensação de retirar, é uma mistura de alívio, com curiosidade e um pouco de medo de levar um susto com o resultado. Durante o período em que ficamos com o capacete, a cirurgia sangra um pouco, e acaba sujando o curativo, mas os médicos dizem que é normal isso ocorrer. Nos primeiros dias, encontrar uma posição para dormir é bem complicado, mas o que pode ajudar bastante é aquele travesseiro de viagem em forma de U, pois não é recomendado dormir de lado em quanto a cirurgia não estiver cicatrizada. O que me ajudou muito, foram os vídeos de pessoas que já realizaram a cirurgia e postaram no YouTube, tem várias dicas bacanas. Obrigado e estarei aberto para mas perguntas e curiosidades!