Otoplastia: mais que uma mudança no corpo, uma mudança de vida!

Otoplastia De CLouback sobre Clínica Dr. Flávio Távora
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Otoplastia: mais que uma mudança no corpo, uma mudança de vida!

CLouback · Rio de Janeiro (cidade) · 18 Mai 2017
Olá a todos. Me chamo Carolina e tenho 27 anos. Nasci com um par de orelhas de abano bem acústicas (rs!). Aquela expressão "aprender de ouvido" caiu em mim como uma luva. Desde cedo fui autodidata para aprender música e acho que tive boa ajuda. Bailarina, dançarina de salão, nadadora, jogadora de vôlei. Um pouco de cada coisa que eu quis ser. Mas dentro da bolsa, sempre uma faixa. Os ombros só não eram pra frente porque a professora de dança puxava pra trás. Andava com os olhos para baixo, fugia do vento no cabelo, não mergulhava na praia perto de alguém e já saia da água puxando o cabelo pra frente. Em cada foto eu me certificava de que o cabelo estava cobrindo as minhas orelhas antes de sorrir para a câmera. Ao beijar, não deixava que tocassem com as mãos no meu rosto pra não perceber os volumes laterais que eu escondia. E aquela conversa ao pé do ouvido? Nunca tive. Penteados e tranças? Nunca fiz. Cheia de manias, que fui aperfeiçoando pra não deixar que ninguém percebesse o meu ponto vulnerável. Na adolescência enrolei os cabelos e não os prendi. Não até o mês passado. Já tive oportunidade de fazer a otoplastia antes mas tive medo da dor, depois de não dar certo, depois de me ausentar muito dos afazeres, depois por não ter condições financeiras. Um problema sendo adiado e eu teria feito isso há muito tempo se eu pudesse ter a experiência, por 5 minutos, de sentir o que hoje sinto ao me olhar no espelho. Parece clichê, como dizia minha mãe: "para de palhaçada, levanta as mãos pro céu e agradeça a Deus pela orelha que você tem, por escutar e para com essa mania de ficar se diminuindo por besteira". Mas não era besteira pra mim. Cresci numa família que achava que cirurgia plástica era coisa pra rico "besta" que não tem com o que gastar. Ficar mudando o corpo pra quê se Deus faz tudo perfeito! Um dia vi um artista dizendo "tem gente que nasce feio mas vem engraçado pra compensar a feiura". Daí eu pensava "Meu Deus, o que será que eu tenho pra compensar esse par de orelhas de abano tão sinistro? Engraçada eu não sou." Cheia de manias, de 'não me toques'. Precisei de maturidade e experiência pra compreender que o momento certo foi há um mês e não há muito tempo. Sabe, o problema era aqui dentro e eu não me aceitava assim. Sou casada, contadora e hoje, ao me preparar para a carreira militar, me vi num dilema. Como vou poder esconder os cabelos? E então, diante de uma situação inadiável, já no limite da idade, me submeti à otoplastia. Pesquisei bastante e quase desisti com tantos relatos de 'retoques' e deformações pós cirúrgicas. Encontrei o Dr. Flávio Távora e com a sua experiência e competência, me senti inteiramente segura e atualmente estou muito feliz com o resultado. Lembro-me bem da cirurgia, quando me perguntou "Tá tudo bem? Gosta de música? Vou ligar o Spotify aqui" e descobri que o aplicativo tem uma coleção chamada "Cirurgia" pra pacientes ansiosos e tensos como eu. Ainda estou no pós cirúrgico. Hoje faz 45 dias e estou retornando à atividade física leve. Me submeti à cirurgia com anestesia local, então senti tudo, escutei tudo, sem dor mas o coração na mão. A cirurgia é um pouco tensa e minhas orelhas precisaram de mais do que 2 horas para um resultado satisfatório. Deram um trabalhinho. O pós cirúrgico está sendo a parte mais chata. Aprendi a dormir de barriga pra cima, a esperar 18 dias pra lavar um cabelo longo (e caiu cabelo hein, benzadeus!). Dava pressão nas orelhas pra olhar para os lados, o travesseiro na nuca parecia que empurrava as orelhas pra frente. Evitei sol (eu amo sol), caminhada, bebida alcoólica, abaixar, passear, namorar (tente se for capaz!!!). Mas tudo é passageiro. Hoje já faço tudo isso aê, até dormir de lado, chego a babar de tão bom....rsrsrs! Meu cirurgião é um excelente profissional, mas nada substitui um bom zelo no pós cirúrgico, que é a parte mais demorada e importante na manutenção dos pontos e da reconstituição do trauma sofrido por dentro. A parte mais chata hoje é a faixa pós cirúrgica (preço ótimo a da marca Yoga), que chega a assar a pontinha da orelha e daí vem todo o cuidado de hidratar bem e mantê-las bem limpas! Agora estou aqui, escrevendo, com um monte de material para estudar. A faixa pós cirúrgica está na cabeça e daqui a uns dias quando for tirá-la, não precisarei de mais nenhuma outra. Já comprei boné, elásticos, vejo penteados pro dia-a-dia, já me olho no espelho e coloco os ombros bem pra trás. Com o passar dos dias as orelhas vão tomando um formato mais natural, desinchando, voltando à sensibilidade (elas podem ficar dormentes, é normal!). Agora é nova adaptação. É hora de deixar as manias de lado e deixar os cabelos voarem ao vento, literalmente de cabeça erguida.
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Karina_CirurgiaNet

· São Paulo (cidade)

Dá para sentir em cada palavra como essa cirurgia plástica está sendo importante para você CLouback! PARABÉNS pela coragem, pela força e persistência em não desistir do seu sonho. E que com a confiança lá em cima você tenha uma carreira de muito sucesso, esse foi um dos motivos pelos quais você fez a otoplastia, não é mesmo? Muito obrigada por ter dedicado seu tempo em publicar uma experiência tão detalhada, com certeza vai ajudar muito as pessoas aqui da comunidade que querem fazer a otoplastia, mas que ainda estão inseguras ou indecisas.

As fotos do antes e depois da otoplastia são incríveis e pela sua cara de felicidade dá para ver o quanto você está feliz com o resultado! E tem que estar feliz mesmo, porque ficou ótimo!

Que bom que você encontrou um profissional atencioso e que passou confiança, isso é muito importante, principalmente na parte do pós-operatório que, como você disse, exige cuidados especiais.

Imagino a liberdade que você vai sentir em não ter que ficar preocupada com a questão dos cabelos, muitas mulheres comentam sobre isso aqui, vai ser uma mudança de vida mesmo!

E que conselhos você daria quem quer fazer a otoplastia ou o que você teria feito de diferente no seu processo?
CLouback

· Rio de Janeiro (cidade)

Oi Karina! Realmente estou muito realizada. Eu precisava expor aqui, pois eu sou bem medrosa, demorei anos pra tomar uma decisão, sempre colocando um empecilho, tentando ocupar a cabeça com outras coisas, mas não teve jeito. Chegou uma hora que eu me olhei no espelho e pensei "ou sua carreira profissional sem medo das opiniões alheias ou ajeita essa orelha". E a gente sempre está preocupada com o que as outras pessoas pensam ou falam. Mas lá no fundo eu me sentia uma pessoa bem instável. Eu era uma pessoa que agia naturalmente em um salão fechado e uma robô que não prestava atenção em nada quando estava em um quintal com amigos cheio de vento batendo. Fiquei muito nervosa no dia da cirurgia, durante a cirurgia, depois da cirurgia e estou aqui hoje muito feliz. Seguem aqui alguns conselhos: ✔️ A dor é passageira e é inevitável em qualquer atitude que nos tire de nossa zona de conforto. A dor do pós cirúrgico e da picada da anestesia foram suportáveis, as dores que eu sentia por não agir naturalmente e não me aceitar assim já estavam insuportáveis, por anos já. ✔️ O pós cirúrgico é como um 'resguardo'. É preciso ter uma companhia pra ajudar em tudo. Parece algo simples mas não é. Os pontos te avisam quando você tenta comer um churrasco nos primeiros dias. ✔️ Quanto mais cedo melhor, por conta da formação da cartilagem e dentre outras coisas. E nosso corpo tem algo chamado "memória biológica" que é responsável pela maioria das otoplastias feitas em pacientes adultos em que as orelhas retomam o formato anterior com o tempo. ✔️ O pós cirúrgico é chato, mas quanto mais tempo você ficar nele mais garantido o resultado. Já faz parte do corpo já. Cada caso é um, repito. E eu estou testando toda a minha paciência nesse pós cirúrgico. O que eu teria feito diferente? No antes eu poderia ter logo feito isso (mas compreendi meu tempo). Minhas dores duraram 2 dias apenas, só nos intervalos do analgésico. Depois fica o incômodo que é o corpo te avisando qual seu limite e é chato porque é no rosto, então atrapalha a mastigação, alongar o pescoço para os lados, lavar o cabelo, andar no sol, limpar a casa (olha só que chato isso, poxa vida haha), deitar no sofá e eu descobri coisas da rotina que são boas demais. Aquela história velha "só dá valor quando perde". Mas é só por um tempinho. A cirurgia vale muito a pena. No pós eu teria explorado mais meu marido como dono de casa. Peguei leve. E também teria passado bastante hidratante nos primeiros dias pra não ressecar. E também teria ido a um otorrino antes da cirurgia. Eu já estava com excesso de cera antes e não sabia. Ao longo dos dias tampou tudo porque abafa. Acredito que eu poderia já ter feito algumas coisas antes, mas segui devagar. É um sonho realizado. Cada dia um pedacinho desincha, deixa de ficar dormente. Passei maquiagem pra ficar em casa quando trocava a faixa. É curtir cada dia mesmo. O resultado definitivo demora uns meses, então pra que pressa se agora está tudo certo? Realize-se!
Karina_CirurgiaNet

· São Paulo (cidade)

Isso é verdade, às vezes temos que fazer uma “certa pressão” em nós mesmos para tomarmos algumas decisões que acabamos adiando. Mas também está bem tomar seu tempo, amadurecer a ideia e não definir as coisas da noite para o dia, ainda mais um tema tão importante como uma cirurgia plástica. Por mais que a gente pesquise, leia, fale com o médico é muito difícil ter tooooooda a informação sobre a cirurgia plástica. Eu por exemplo, que já li muuuuuuuita coisa sobre intervenções e otoplastia, não sabia que interferia a mastigação, ou sobre a cera do ouvido... os seus conselhos e dicas vão contribuir muito, com certeza! Isso da memória biológica também é super interessante! Essa parte de não poder limpar a casa deve ter sido a mais chata hahahaha! Mas que bom que seu marido te ajudou (e esperamos que continue ajudando, fale que você ainda está com dores hahahaha). Já li aqui na comunidade mulheres contando que não tiveram nenhuma ajuda no pós-operatório, nem para colocar um copo de água... maridos falando “você está de frescura”... muuuuito complicado, parceria nota 0! Adorei o seu estilo de contar a sua história e a sua experiência, prende a nossa atenção! E você está certa em não ter pressa para ver o resultado final. Agora que você já realizou seu sonho, cabe desfrutar de cada momento, até dos pequenos detalhes! E acabou a fase de agir como robô ao ar livre!
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Sobre o médico

Clínica Dr. Flávio Távora

Rio de Janeiro (cidade), Rio de Janeiro

  • Informação recebida
    Muito boa
  • Tempo de resposta
    Muito rápido
  • Nível de satisfação
    Muito alto
  • Preço do tratamento
    Custo-benefício
  • Clínica Dr. Flávio Távora. Conversei muito com o cirurgião antes de fazer a cirurgia, tirei todas as dúvidas. É muito importante sentir segurança não apenas nas mãos do profissional, mas também em sentir que o mesmo estará disponível no pós cirúrgico para ajudar. Já mandei mensagem tarde da noite, triste, sentindo uma orelha diferente da outra e que na verdade tudo estava recente e eu só precisava ter paciência. O pós cirúrgico é um momento bem delicado, mexe com o emocional do paciente também. Então o profissional precisou estar tão atento às mudanças quanto eu. Cada caso é um caso. Minhas orelhas ressecaram, um ouvido entupiu com excesso de cerume por conta do trauma. Coisas diferentes aconteceram comigo e foi preciso mudar hábitos ao longo dos dias e não necessariamente seguir uma "cartilha pós cirúrgica". Nota 10 para o meu cirurgião. Recomendo a todos. Além de muito competente, um ser humano muito especial. Aquele cara que você conhece e pensa "poxa vida, nasceu pra isso!"

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